Meu nome é Marciley, tenho 30 e poucos anos e sou Professora. Nasci em 17 de Set, por isso sou uma virginiana perfeccionista e exigente. Sou casada e tenho um lindo menino de 7 anos. Amo minha família e minha profissão. Adoro ler, viajar, cantar, fazer amigos e conservar os já existentes. Sou blogueira há 3 anos e gosto muito desse meu cantinho, onde escrevo sobre mim e conheço mais dos outros. Já tive um blog no Weblogger, mas mudei-me para cá. Estou em fase de Reeducação Alimentar, o que esta me trazendo imensa satisfação. Não gosto da inveja e do orgulho que vejo no ser humano. Procuro viver intensamente o hoje, mas também me reservo para o amanhã. Sou adepta a reciclagem e reutilização dos objetos que não usamos mais. Gosto muito de fazer artesanato e bijuterias. Conheça mais de mim, aqui!
M E U S E L O
L E I O
A LOUSA ELECTRÓNICAP R E S E N T E S

















C R É D I T O S

QUERO
Quero que todos os dias do ano
Todos os dias da vida
De meia em meia hora
De 5 em 5 minutos
Me digas: Eu te amo.
Ouvindo-te dizer: Eu te amo,
Creio, no momento, que sou amado.
No momento anterior
E no seguinte,
Como sabê-lo?
Quero que me repitas até a exaustão
Que me amas que me amas que me amas.
Do contrário evapora-se a amação
Pois ao dizer: Eu te amo,
Desmentes
Apagas
Teu amor por mim.
Exijo de ti o perene comunicado.
Não exijo senão isto,
Isto sempre, isto cada vez mais.
Quero ser amado por e em tua palavra
Nem sei de outra maneira a não ser esta
De reconhecer o Dom amoroso,
A perfeita maneira de saber-se amado:
Amor na raiz da palavra
E na emissão,
Amor
Saltando da língua nacional,
Amor
Feito som
Vibração espacial.
No momento em que não me dizes:
Eu te amo,
Inexoravelmentesei
Que deixaste de amar-me,
Que nunca me amaste antes.
Se não disseres urgente repetido
Eu te amoamoamoamoamoamo,
Verdade fulminante que acabas de dentranhar,
Eu me precipito no caos,
Essa coleção de objetos de não-amor.

Se vocês olharem bem, coloquei na coluna da esquerda um link para pesquisa na Bíblia.
Sim. A Bíblia foi, é e sempre será um dos maiores e melhores livros de toda a história.
É nela que procuro abrigo quando necessito...alegria, quando quero agradecer...amor quando me sinto com os pés fora do chão.
Ore, agradeça, conte com Deus...Ele tudo pode e tudo vê!
Beijos doces em todos os corações que me visitaram nesta semana!
Como estão todos?
Eu estou bem...do meu jeito, é claro.
A Tendinite voltou a me perturbar hoje e foi um dia difícil, mas agora a noite melhorou...graças a Deus!
Não vejo a hora de chegar Dezembro...quero férias...estou cansadinha! Vida de professora não é mole não!
Hoje, vi alguns Diários de meus alunos e eles estão empolgadíssimos escrevendo tudo! Amei...Cada um do seu jeito, escrevendo sobre si, sobre a família, sobre as aulas e até sobre mim... uma delícia!
Só estarei lendo agora no começo e para incentivar estou fazendo um também e deixarei que eles leiam. É claro que não escreverei tudo de minha vida, mais sobre a escola, sobre meu trabalho e sobre a preocupação que tenho em formar cidadãos melhores para nosso futuro.
Para finalizar, deixo aqui uma dica:leiam o livro "Maria, a maior educadora da História" de Augusto Cury. O livro é excelente...estou lendo e a d o r a n d o !!!
Sinopse
Se educar é uma tarefa dificílima, imagine educar a criança mais instigante que pisou nesta terra, o menino Jesus! Havia milhares de candidatos, mas uma jovem se destacou diante do olhar de Deus. Seu nome - Maria. Ela tornou-se a mulher mais famosa da História. A única exaltada em dois livros sagrados, a Bíblia e o Alcorão, mas sua personalidade até hoje pouco explorada. Quem foi Maria? O que ela tinha de especial? Neste livro, a Psicologia, a Psiquiatria e a Pedagogia avaliam sua figura e, em especial, os dez princípios que ela utilizou na educação do menino Jesus. Não é uma análise nem católica nem protestante, mas sim investigativa. Descobriu-se que a inteligência de Maria era fascinante e sua capacidade de ensinar.
Retornando do feriado, do ponto facultativo e cá estou, com a promessa cumprida de postar a foto do diário que fiz para cada um de meus alunos...rs
O tempo longe daqui de minha cidade, da net, me fazia blogar na mente... prometi e preciso cumprir!
Espero que vocês tenham gostado... meus alunos...ah, eles amaram!!!
Um beijo em todos os corações...principalmente naquele de quem comemorou como eu, o seu dia ontem!!!
Diário...
Uma prática esquecida...mas tão maravilhosa.
Me vi em uma encruzilhada. O que dar de presesnte aos meus alunos?
Como gastar pouco no Dia das Crianças?
Como a 2ª série é uma série que completa a alfabetização, surgiu a idéia de se trabalhar com o diário.
Todos amaram...e eu mais ainda, pois sempre o fiz.
Daí veio a idéia de presentear meus anjinhos com um Diário!
Estou aqui no meu quarto/escritório em meio a cadernos, recortes de e.v.a. e cola quente...
Estão (modéstia a parte) ficando lindos!!!
Amanhã postarei uma foto deles, tá?
Na foto acima, meu filho está escrevendo no Diário que fiz para ele.
Não é fofo demais?
Fica a dica para as amigas professoras...o diário é um excelente presente!
Beijos doces para todos...

Quando a escola é de vidro
"Naquele tempo eu até que achava natural que as coisas fossem daquele jeito.
Eu nem desconfiava que existissem lugares muito diferentes...
Eu ia pra escola todos os dias de manhã e quando chegava, logo, logo, eu tinha que me meter no vidro.
É, no vidro! Cada menino ou menina tinha um vidro e o vidro não dependia do tamanho de cada um, não!O vidro dependia da classe em que a gente estudava.
Se você estava no primeiro ano, ganhava um vidro de um tamanho.
Se você fosse do segundo ano, seu vidro era um pouquinho maior.
E assim, os vidros iam crescendo a medida em que você ia passando de ano.
Se não passasse de ano era um horror.
Você tinha que usar o mesmo vidro do ano passado.
Coubesse ou não. Aliás nunca ninguém se preocupou em saber se a gente cabia nos vidros.
E pra falar a verdade, ninguém cabia direito.
Uns eram muito gordos, outros eram muito grandes, uns eram pequenos e ficavam afundados no vidro, nem assim era confortável. Os muitos altos de repente se esticavam e as tampas dos vidros saltavam longe, ás vezes até batiam no professor. Ele ficava louco da vida e atarrachava a tampa com força, que era pra não sair mais. A gente não escutava direito o que os professores diziam, os professores não entendiam o que a gente falava...
As meninas ganhavam uns vidros menores que os meninos.
Ninguém queria saber se elas estavam crescendo depressa, se não cabiam nos vidros, se respiravam direito... A gente só podia respirar direito na hora do recreio ou na aula de educação física.
Mas aí a gente já estava desesperado, de tanto ficar preso e começava a correr, a gritar, a bater uns nos outros. As meninas, coitadas, nem tiravam os vidros no recreio e na aula de educação física elas ficavam atrapalhadas, não estavam acostumadas a ficarem livres, não tinham jeito nenhum para Educação Física. Dizem, nem sei se é verdade, que muitas meninas usavam vidros até em casa.
E alguns meninos também. Estes eram os mais tristes de todos.
Nunca sabiam inventar brincadeiras, não davam risada a toa, uma tristeza!
Se a gente reclamava? Alguns reclamavam.
E então os grandes diziam que sempre tinha sido assim; ia ser assim o resto da vida.
Uma professora, que eu tinha, dizia que ela sempre tinha usado vidro, até pra dormir, por isso que ela tinha boa postura.
Uma vez um colega meu disse pra professora que existem lugares onde as escolas não usam vidro nenhum, e as crianças podem crescer a vontade.
Então a professora respondeu que era mentira, que isso era conversa de comunistas. Ou até coisa pior... Tinha menino que tinha até de sair da escola porque não havia jeito de se acomodar nos vidros. E tinha uns que mesmo quando saíam dos vidros ficavam do mesmo jeitinho, meio encolhidos, como se estivessem tão acostumados que até estranhavam sair dos vidros.
Mas uma vez, veio para minha escola um menino, que parece que era favelado, carente, essas coisas que as pessoas dizem pra não dizer que é pobre. Aí não tinha vidro pra botar esse menino.
Então os professores acharam que não fazia mal não, já que ele não pagava a escola mesmo...
Então o Firuli, ele se chamava Firuli, começou a assistir as aulas, sem estar dentro do vidro.
O engraçado é que o Firuli desenhava melhor que qualquer um, o Firuli respondia perguntas mais depressa que os outros, o Firuli era muito mais engraçado...
E os professores não gostavam nada disso... Afinal, o Firuli podia ser um mal exemplo pra nós...
E nós morríamos de inveja dele, que ficava no bem-bom, de perna esticada, quando queria ele espreguiçava, e até mesmo gozava da cara da gente que vivia preso.
Então um dia um menino da minha classe falou que também não ia entrar no vidro.
Dona Demência ficou furiosa, deu um croque nele e ele acabou tendo que se meter no vidro, como qualquer um. Mas no dia seguinte duas meninas resolveram que não iam entrar no vidro também:
- Se o Firuli pode por que é que nós não podemos?
Mas Dona Demência não era sopa.
Deu um croque em cada uma, e lá se foram elas, cada uma pro seu vidro...
Já no outro dia a coisa tinha engrossado.
Já tinha oito meninos que não queriam saber de entrar nos vidros.
Dona Demência perdeu a paciência e mandou chamar seu Hermenegildo que era o diretor da escola.
Seu Hermenegildo chegou muito desconfiado:
- Aposto que essa rebelião foi fomentada pelo Firuli. É um perigo esse tipo de gente aqui na escola. Um perigo!
A gente não sabia o que é que queria dizer fomentada, mas entendeu muito bem que ele estava falando mal do Firuli. E seu Hermenegildo não conversou mais. Começou a pegar os meninos um por um e enfiar a força dentro dos vidros.
Mas nós estávamos loucos para sair também, e pra cada um que ele conseguia enfiar dentro do vidro - já tinha dois fora.
E todo mundo começou a correr do seu Hermenegildo, que era pra ele não pegar a gente, e na correria começamos a derrubar os vidros.
E quebramos um vidro, depois quebramos outro e outro mais, dona Demência já estava na janela gritando - SOCORRO! VÂNDALOS! BÀRBAROS! (pra ela bárbaro era xingação).
Chamem o Bombeiro, o exército da Salvação, a Polícia Feminina...
Os professores das outras classes mandaram um aluno para ver o que estava acontecendo.
E quando os alunos voltaram e contaram a farra que estava na 6° série todo mundo ficou assanhado e começou a sair dos vidros. Na pressa de sair começaram a esbarrar uns nos outros e os vidros começaram a cair e a quebrar.
Foi um custo botar ordem na escola e o diretor achou melhor mandar todo mundo pra casa, que era pra pensar num castigo bem grande, pro dia seguinte.
Então eles descobriram que a maior parte dos vidros estavam quebrados e que ia ficar muito caro comprar aquela vidraria tudo de novo.
Então diante disso seu Hermenegildo pensou um pocadinho, e começou a contar pra todo mundo que em outros lugares tinha umas escolas que não usavam vidro nem nada, e que dava bem certo, as crianças gostavam muito mais.
E que de agora em diante ia ser assim: nada de vidro, cada um podia se esticar um bocadinho, não precisava ficar duro nem nada, e que a escola agora ia se chamar Escola Experimental.
Dona Demência, que apesar do nome não era louca nem nada, ainda disse timidamente:
- Mas seu Hermenegildo, Escola Experimental não é bem isso...
Seu Hermenegildo não se pertubou:
- Não tem importância. Agente começa experimentando isso. Depois a gente experimenta outras coisas... E foi assim que na minha terra começaram a aparecer as Escolas Experimentais.
Depois aconteceram muitas coisas, que um dia eu ainda vou contar..."
Ruth Rocha

Aprendi com o tempo que...
Às vezes, é preciso esquecer um pouco
a pressa e prestar mais atenção em
todas as direções do caminho...
A pressa cega os olhos
e deixamos de observar
tantas coisas boas e belas
que acontecem ao nosso redor.
Às vezes, o que precisamos está
tão próximo... Passamos, olhamos
mas não enxergamos.
Não basta apenas olhar...
É preciso saber olhar com os olhos,
enxergar com a alma e
apreciar com o coração.
(DA)
Bom dia!
Quanto tempo...
Fiquei afastada da net por conta do aniversário da minha avó, que festajamos no sábado.
Família reunida, bolo, jantar, molecada e tudo mais.
Comemoramos os 89 anos bem vividos de minha avó.Ela merece festejar!
E eu?
Eu, bem, ando fugindo do computador.
O blog, na minha opinião, deveria ser o registro dos acontecimentos de minha vida, mas ultimamente ando sem vontade de postar. Por isso o tempo longe. Decidí vir aqui só quando estiver com vontade.
Hoje foi assim...deu vontade e apareci.
Boa 3ª feira!!!