Meu nome é Marciley, tenho 30 e poucos anos e sou Professora. Nasci em 17 de Set, por isso sou uma virginiana perfeccionista e exigente. Sou casada e tenho um lindo menino de 7 anos. Amo minha família e minha profissão. Adoro ler, viajar, cantar, fazer amigos e conservar os já existentes. Sou blogueira há 3 anos e gosto muito desse meu cantinho, onde escrevo sobre mim e conheço mais dos outros. Já tive um blog no Weblogger, mas mudei-me para cá. Estou em fase de Reeducação Alimentar, o que esta me trazendo imensa satisfação. Não gosto da inveja e do orgulho que vejo no ser humano. Procuro viver intensamente o hoje, mas também me reservo para o amanhã. Sou adepta a reciclagem e reutilização dos objetos que não usamos mais. Gosto muito de fazer artesanato e bijuterias. Conheça mais de mim, aqui!
M E U S E L O
L E I O
A LOUSA ELECTRÓNICAP R E S E N T E S

















C R É D I T O S
NEM TUDO É FÁCIL
É difícil fazer alguém feliz,
assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo,
assim como é fácil não dizer nada.
É difícil ser fiel,
assim como é fácil se aventurar.
É difícil valorizar um amor,
assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje,
assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom,
assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz,
assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir,
assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém,
assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão?
Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir?
Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira
escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o..
É difícil entregar-se?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...
Mas, com certeza, nada é impossível...
Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas
sonhemos,
Mas também tornemos todos esses desejos,
REALIDADE!!!
(Cecília Meirelles)

Marciley...
32 primaveras
Professora, esposa e mãe.
amorosa, doce...
brava, exigente...
simpática, legal...
amiga, apaixonada...
chata, chorona...
chocólatra, batalhadora...
carente, impulsiva...
competente, inteligente...
arteira e artista.
Gosta do mar, do seu olhar,
do cheiro da chuva e de amar.
Ama a família e a profissão.
Apaixonada pelo seu bem e
por tudo o que tem.
Só não sabe viver sem alguém...
Alguém que Deus levou cedo
demais para perto D'Ele...


Meia idade?
Você sabe que está chegando à meia-idade quando tudo dói
e o que não dói não funciona.
A gente chega à meia-idade quando fazer amor nos transforma
num animal selvagem: uma preguiça.
Meia-idade é quando sua idade começa a aparecer ...na cintura!.
Na meia-idade você ainda sente vontade mas
não lembra exatamente do quê.
Meia-idade é quando você sente vontade de se exercitar e deita pra esperar passar.
Meia-idade é quando seu médico lhe recomenda exercício ao ar-livre e você
pega carro e sai guiando com a janela aberta.
Na meia-idade, jantares a luz de velas não são mais românticos
porque não se consegue ler o cardápio.
Meia-idade é quando um cara começa a apagar as luzes por economia
e não para criar um clima com você.
Meia-idade é quando em vez de pentear os cabelos
você começa a "arrumar" os que sobram.
Infância: época da vida em que fazemos caretas para o espelho.
Meia-idade: a época da vida em que o espelho se vinga.
Há três períodos na vida: infância, juventude
e "você está com uma aparência esplêndida".
Está na meia-idade? Ânimo!
O pior ainda está por vir!
Você sabe que está na meia-idade quando tudo aquilo
que a Mãe Natureza te deu o Pai Tempo começa levar embora.
Meia-idade é quando paramos de criticar a geração mais velha
e começamos a criticar a mais nova.
Meia-idade é quando sabemos todas as respostas
e ninguém nos pergunta nada.
Meia-idade é quando se alguém dá em cima de você no cinema
é porque está atrás da pipoca.
Meia-idade: primeiro começa a esquecer os nomes, depois os rostos,
depois de fechar o zíper.
Meia idade, enfim, é quando já não temos mais idade
para dar maus exemplos e passamos a dar bons conselhos...
"Não há cura para o nascer e o morrer, a não ser
saborear o intervalo".
(D.A.)
* * *
Ai meu Deus...não quero chegar nesta tal de meia idade não...rs
Beijos doces!!!

AMIGOS E INIMIGOS
O amigo é uma bênção.
O inimigo, entretanto, é também um auxílio, se nos dispomos a aproveitá-lo.
O companheiro enxerga os nossos acertos, estimulando-nos na construção do melhor de que sejamos capazes.
O adversário identifica os nossos erros, impelindo-nos a suprimir a parte menos desejável de nossa vida.
O amigo se rejubila conosco, diante de pequeninos trechos de tarefa executada.
O inimigo nos aponta a extensão da obra que nos compete realizar.
O companheiro nos dá força.
O adversário nos mede a resistência.
Quem nos estima, freqüentemente categoriza nossos sonhos por serviços feitos, tão-só para induzir-nos a trabalhar.
Quem nos hostiliza, porém, não nos nega valor, porquanto não nos ignora e sim nos combate, reconhecendo-nos a presença em ação.
Na fase deficitária da evolução que ainda nos caracteriza, precisamos do amigo que nos encoraja e do inimigo que nos observa. Sem o companheiro, estaremos sem apoio e, sem o adversário, ser-nos-á indispensável enorme elevação para não tombar em desequilíbrio. Isso porque o amigo traz a cooperação e o inimigo forma o teste.
Qualquer servidor de consciência tranqüila se regozija com o amparo do companheiro, mas deve igualmente honrar-se com a crítica do adversário que o ajuda na solução dos problemas do reajuste.
Jesus foi peremptório em nos recomendando:
“Amai os vossos inimigos”. Saibamos agradecer a quem nos corrige as falhas, guardando-nos o passo em caminho melhor...
(De “Passos da Vida”, de Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos)

Quero ser livre
Quero ser livre para voar
rodear a sua vida
sem medo do que vou encontrar.
Quero ser livre
livre para soltar minha voz
sem medo do que irão pensar.
Quero ser livre
livre para fazer as coisas do meu jeito
sem pudor, mas com muito amor.
Quero ser livre
livre para amar
pra te encontrar
para ser feliz...
Marciley
"Casal é tudo igual..."
Ele: - Alo?
Ela: - Pronto.
Ele: - Voz estranha... Gripada?
Ela: - Faringite.
Ele: - Deve ser o sereno. No mínimo tá saindo todas as noites pra badalar.
Ela: - E se estivesse? Algum problema?
Ele: - Não, imagina! Agora, você é uma mulher livre.
Ela: - E você? Sua voz também está diferente. Faringite?
Ele : - Constipado.
Ela: - Constipado? Você nunca usou esta palavra na vida.
Ele: - A gente aprende.
Ela: - Tá vendo? A separação serviu para alguma coisa.
Ele: - Viver sozinho é bom. A gente cresce.
Ela: - Você sempre viveu sozinho. Até quando casado só fez o que quis.
Ele : - Maldade sua, pois deixei de lado várias coisas quando agente se casou.
Ela: - Evidente! Só faltava você continuar rebolando nas discotecas com as amigas.
Ele: - Já você não abriu mão de nada. Não deixou de ver novela, passear no shopping, comprar jóias, conversar ao telefone com as amigas durante horas....
Silêncio...
Ela: - Comprar jóias? De onde você tirou essa idéia? A única coisa que comprei em quinze anos de casamento foi um par de brincos.
Ele: - Quinze anos? Pensei que fosse bem menos.
Ela: - A memória dos homens é um caso de polícia!
Ele: - Mas conversar com as amigas no telefone...
Ela: - Solidão, meu caro, cansaço... Trabalhar fora, cuidar das crianças e ainda preparar o jantar para o HERÓI que chega à noite... Convenhamos, não chega a ser uma roda-gigante de emoções...
Ele: - Você nunca reclamou disso.
Ela: - E você me perguntou alguma vez?
Ele: - Lá vem você de novo... As poucas coisas que eu achava que estavam certas... Isso também era errado!?
Ela: - Evidente, a gente não conversava nunca...
Ele: - Faltou diálogo, é isso? Na hora, ninguém fala nada. Aparece um passe e as mulheres não reclamam. Depois, dizem que faltou diálogo. As mulheres são de Marte.
Ela: - E vocês são de Saturno!
Silêncio...
Ele: - E aí, como vai a vida?
Ela: - Nunca estive tão bem. Livre para pensar, ninguém pra me dizer o que devo fazer.
Ele: - E isso é bom?
Ela: - Pense o que quiser, mas quinze anos de jornada são de enlouquecer qualquer uma.
Ele: - Eu nunca fui autoritário!
Ela: - Também nunca foi compreensivo!
Ele: - Jamais dei a entender que era perfeito. Tenho minhas limitações como qualquer mortal..
Ela: - Limitado e omisso como qualquer mortal.
Ele: - Você nunca foi irônica.
Ela: - Isso a gente aprende também.
Ele: - Eu sempre te apoiei.
Ela: - Lógico. Se não me engano foi no segundo mês de casamento que você lavou a única louça da tua vida. Um apoio inestimável.. . Sinceramente, eu não sei o que faria sem você? Ou você acha que fazer vinte caipirinhas numa tarde para um bando de marmanjos que assistem ao jogo da Copa do Mundo era realmente o meu grande objetivo na vida?
Ele: - Do que você está falando?
Ela: - Ah, não lembra?
Ele: - Ana, eu detesto futebol.
Ela: - Ana!? Esqueceu meu nome também? Alexandre, você ficou louco?
Ele: - Alexandre? Meu nome é Ronaldo!
....Silêncio. ..
Ele: - De onde está falando?
Ela: - 578 9922
Ele: - Não é o 579 9222 ?
Ela: - Não.
Ele: - Ah, desculpe, foi engano.
Luiz Fernando Veríssimo


Chegou sim, e com ele a saudade que aperta o peito.Saudades da minha mãe, que há quase 10 anos se foi...
Não sinto tanto sua falta no dia das Mães, nem nos Natais, mas no "meu dia", no dia do meu aniversário.
No dia em que espero seu abraço que não vem, seu caloroso abraço carregado de amor e sua voz doce num cantar de melodias elogiosas para mim...
Hoje sou mãe e faço tudo como "você" fazia comigo...tenho certeza que como eu me lembro, meu filho também se lembrará!
Beijos saudosos de uma filha que tanto a ama...

E o turbilhão ainda está aqui...
Nooosssaaa...já tem uma semana que não venho aqui...não por falta de vontade, mas sim de tempo.
Esta semana foi de muito trabalho e também de cuidados médicos. Não, eu não estou doente, graças a Deus, mas apenas fazendo aqueles check-up´s que todos nós devemos fazer depois de uma certa idade (3.1 rs).
Cuidar da saúde também é uma maneira de permanecer aqui. E por falar em aqui...o turbilhão ainda não me deixou...meus sentimentos andam em revolta comigo...fazer o quê?
Semana toda trabalhei...ontem tirei o dia para cuidar de mim, do filho e das rotinas da casa. Já ouviu aquela velha frase: "Enquanto descansa, carrega pedras". Foi exatamente assim. Mas valeu, fiz tudo o que precisava para tocar este restinho de ano sossegada!
Agradeço de coração os recadinhos dos velhos e dos novos amigos. São vcs é que fazem esta blogsfera continuar dando certo! Obrigadinha, viu?
Bom, agora vou colocar minhas visitinhas em dia...Beijos doces no coração de todos!
Má ![]()