Meu nome é Marciley, tenho 30 e poucos anos e sou Professora. Nasci em 17 de Set, por isso sou uma virginiana perfeccionista e exigente. Sou casada e tenho um lindo menino de 7 anos. Amo minha família e minha profissão. Adoro ler, viajar, cantar, fazer amigos e conservar os já existentes. Sou blogueira há 3 anos e gosto muito desse meu cantinho, onde escrevo sobre mim e conheço mais dos outros. Já tive um blog no Weblogger, mas mudei-me para cá. Estou em fase de Reeducação Alimentar, o que esta me trazendo imensa satisfação. Não gosto da inveja e do orgulho que vejo no ser humano. Procuro viver intensamente o hoje, mas também me reservo para o amanhã. Sou adepta a reciclagem e reutilização dos objetos que não usamos mais. Gosto muito de fazer artesanato e bijuterias. Conheça mais de mim, aqui!
M E U S E L O
L E I O
A LOUSA ELECTRÓNICAP R E S E N T E S

















C R É D I T O S

F a l e c o m a m o r
A voz transmite os sentimentos.
Alivia ou agrava.
Acalma ou enerva. Suaviza ou irrita.
Espalha o amor ou o ódio.
Modele sua voz.
Busque escutar-se .
Fale sem afetação ou azedume.
Se estiver pessimista, faça silêncio.
Respeite os ouvidos alheios.
Ponha bons sentimentos na voz.
Escolha os assuntos.
Fale de coisas sadias e alegres.
Através dela exalte o amor verdadeiro e
cante as esperanças da felicidade.
A voz é um sublime dom que Deus nos deu
para construir a alegria e a paz.
(AD)
Beijos estalados...Má

N.E.O.Q.E.A.V.
Meus avós já estavam casados há mais de cinqüenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.
A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "Neoqeav" num lugar inesperado para o outro encontrar
e assim quem a encontrasse deveria escreva-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "Neoqeav" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.
Eles escreviam "Neoqeav" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o
próximo que fossecozinhar a achasse.
Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
"Neoqeav" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "Neoqeav" na última folha e enrolou tudo de novo. Não havia limites para onde "Neoqeav" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "Neoqeav" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros. "Neoqeav" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira.
Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília.
Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam.
Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor ,entre meus avós.
Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo
tem a sorte de experimentar.
O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam. Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena.
Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos. Antes de cada refeição eles se
reverenciavam e davam graças a Deus e bênçãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para
continuarmos sempre unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama.
A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento. Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo. Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô,
eles iam à igreja toda manhã.
E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa.
Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa.
Então, o que todos nós temíamos aconteceu. Vovó partiu. "Neoqeav" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela. Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser.
Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento.
Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido
o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:
"Mas o que Neoqeav significa?".
Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você "NEOQEAV"

Bom dia!
O post de ontem foi um triste poema em homenagem à todos que tem parentes ou amigos doentes.
Meu tio, é um deles. Estamos muito tristes com tudo isso...acho que esse é o motivo para tanto desânimo de minha parte nesta semana.
O tempo está passando rápido demais e estamos perdendo pessoas queridas na mesma proporção.
Infelizmente, não venho hoje escrever nada de bonito, nem de legal...vim apenas para desabafar.
A tristeza é muito grande e me impossibilita de postar algo melhor...
À todos um bom feriado e que Deus em sua infinita misericórdia nos abençõe...Amém!
Beijos Doces...
TESTAMENTO
Um dia um médico determinará que meu cérebro parou de funcionar
e que, portanto, de certa forma, minha própria vida se acabou.
Quando isso acontecer, não se esforcem em introduzir vida artificial
em meu corpo através de aparelhos.
Ao invés disso, dêem minha visão a uma pessoa
que nunca tenha visto o alvorecer,
nem o rosto de uma criança,
ou amor nos olhos de outro ser.
Dêem meu coração para uma pessoa cujo coração
não tenha sentido outra coisa em sua vida senão infinitos dias de dor.
Dêem meus rins para alguém
que dependa de uma máquina para sobreviver, semana após semana.
Tomem de meu sangue, meus ossos,
e de todos os músculos e nervos do meu corpo,
e descubram um modo de fazer com que uma criança paralítica,
através deles, possa caminhar.
Explorem cada canto de meu cérebro.
Tomem dali as minhas células e, se necessário,
deixem-nas crescer para que, um dia possam servir
para um garotinho mudo gritar bem alto, com sua própria voz,
o gol marcado pelo seu time.
Que através delas uma garota surda
consiga ouvir o som da chuva batendo contra sua janela.
Queimem o que restou de mim
e que as cinzas sejam sopradas ao vento para,
quem sabe, ajudar as flores a crescer.
E se você realmente quiser libertar alguma coisa,
que seja então os meus defeitos, minhas fraquezas
e todos os preconceitos contra o meu semelhante.
Dêem meus pecados ao diabo.
Dêem minha alma a DEUS !!!
SOU LOUCO
Há horas na vida,
Em que é inevitável
Parar e analisar o mundo,
As pessoas que nos cercam
E de repente vem a sensação
De estar um pouco só,
De se sentir um louco
Em meio a uma multidão.
Mas sabe,
O que é ser louco
Num mundo dito tão normal,
Mas tão cheio de conflitos,
De tristezas e egoísmo?
Um mundo que ainda valoriza tanto o ter,
E tão pouco o ser,
Um mundo que planeja e projeta tanto o amanhã
Que acaba esquecendo do agora,
Um mundo que mata e que não é feliz,
Que não sorri, que tem pressa de crescer,
Que se esqueceu
De apreciar estrelas
E de celebrar um novo dia.
De repente,
Ser louco parece fascinante,
Nos permite ousar sermos livres
E pensar com mais pureza,
Acreditar no impossível
E fazer real aquilo
Em que ninguém acredita.
Ser louco nos alforria da sensatez total,
Da vida de escritório,
Das algemas da mentira,
Da prisão da inveja.
Ser louco nos permite ser criança
Até quando quisermos,
Distribuir sorrisos num dia de chuva
E se lambuzar com chocolate,
Afinal aos loucos tudo é permitido.
Enquanto os sãos morrem de amor,
Os loucos vão vivendo dele,
Enquanto o mundo normal
Corre atrás do dinheiro,
Nós loucos perseguimos a felicidade,
Enquanto os sãos fazem guerra,
Nós lutamos alucinadamente
Pela paz,
Onde os sãos se desesperam,
Nós loucos sabemos esperar,
Quando o mundo desiste,
Nós permanecemos loucos de amor.
Ser normal pode ser conveniente,
Mas ser louco é ser muito mais feliz...
(Desconheço a Autoria)
Como vai você
Nada é mais importante que a vida.
Nada substitui a alegria do amor
Mesmo quando tudo aponta
para lugar nenhum
É nessas horas que tirando forças
De onde pensávamos nada mais existir,
Descobrimos o poder maravilhoso
Que há dentro de nós
E assim, apoiado nos amigos
Aqueles que sempre estão ao nosso lado
Vemos ressurgir a esperança.
Nunca desista de tentar
Nunca desista de amar
Nunca desista de ser feliz
Faz parte da vida Viver
Olhe para dentro de si mesmo
E se responda como vai Você
E se ainda assim persistir a dúvida
Saiba que sempre terá um amigo
Para lhe dar a mão
Aquele das horas incertas
Que nada lhe cobra
Mas sempre estará ao seu lado
Você faz a felicidade acontecer
Almir Capthor

Imagine um vaso...
... Grande
... Pequeno
... Gordinho
... Fino
... Torto
... Cheio
... Vazio
... Colado
... Quebrado
... Trincado
... Lascado.
Assim são as pessoas, com qualidades, defeitos, formas, jeitos, maneiras diferentes de ser, pensar, agir, comunicar, comportar, amar.
Mas todas precisam e necessitam de calor, carinho, amor, amizade, atenção, respeito.
Algumas são mais resistentes, lidam melhor com sentimentos, problemas, desilusões, desamores, outros são mais frágeis, como os vasos, trincam com os contratempos da vida.
Por isso cuidado, você está rodeado de vasos, cuide para que nenhum deles trinquem ou se quebrem na sua mão, às vezes mesmo com uma boa colagem ele nunca será o mesmo.
Alexandre Garcia
Bom dia Brasil em 12/02/2007
No Brasil, não há a cultura de que cada um é o defensor da lei. E a lei fica desamparada. Vai-se contornando o problema, enquanto ele nos domina. Palavrório substitui ação.
Algumas das medidas estão em pauta no Congresso desde maio do ano passado, quando uma série de rebeliões sacudiu São Paulo.
Os fatos mostram que as intenções duram três semanas e depois são substituídas pelos interesses da corporação política. Agora o horror das ruas corre o risco de ser substituído pela preservação do Fundo Partidário para os grandes partidos, por exemplo.
O que aconteceu ontem no Maracanã é bem simbólico. Fez-se um minuto de silêncio e depois o jogo continuou. Há dez anos se fala nisso, quando menores de idade mataram o índio Galdino Pataxó numa fogueira de álcool, em Brasília.
Alguns dizem que agora chegamos ao fundo do poço. Engano. O fundo do poço já está muito acima de nós. Já banalizamos a morte, o horror. Fomos além do fundo do poço quando torturaram e mataram a fogo o jornalista Tim Lopes, no Rio de Janeiro, há cinco anos. Aí o país ouviu as autoridades e os legisladores falando em endurecer as leis.
Ouvimos de novo em 2003 quando a menina Gabriela, de 14 anos, foi morta a tiro na escadaria do metrô, na Tijuca, no Rio de Janeiro. E de novo ouvimos quando um menor chefiou o trucidamento de um casal de adolescentes no Embu, em São Paulo.
Nos ataques em São Paulo, em maio, ouviu-se tudo outra vez. Nos ataques no Rio, o resultado foi uma parada militar garbosa da Força Nacional de segurança pública. Depois que mataram João Hélio, um pai foi morto diante do filho em assalto no Rio e outro pai foi morto a tiros por assaltante diante da filha, na garupa de sua moto em São Paulo.
É diário o crime. A reação dura um minuto de silêncio e o jogo continua. Não se combatem coisas concretas. Combatem-se abstrações. Combate-se a violência e não o bandido. Pede-se paz e não a lei. Parecer que falar em lei, não pega. Diz-se que tolerância zero não faz bem ao espírito tropical.
No improviso de posse, o presidente Lula falou em degradação social pela perda de valores, que precisa ser resolvido a partir de casa[1]. Disse que o crime precisa ser combatido com a mão forte do estado.
Parece que o país fingiu não ouvir, porque continuava passando no sinal fechado, estacionando na calçada, jogando lixo no chão, fazendo barulho para o vizinho, sonegando, desrespeitando faixa de pedestre. Em suma, enfraquecendo a lei que quer que o proteja.
Aqui, não há a cultura de que cada um é o defensor da lei e a lei fica desamparada. Vai-se contornando o problema, enquanto ele nos domina. Palavrório substitui ação.
O crime virou criminalidade, dando mais tempo ao bandido, enquanto se pronuncia o palavrão, para inflar a estatística do horror.

Semana corrida, mas muito proveitosa...meus alunos são umas gracinhas!
Estou me sentindo muito feliz, apesar dos problemas de saúde em minha família...são dois tios muito queridos doentes d+...
Só peço a Deus que se faça a "Sua vontade"
Amém...
Beijo, beijo, beijo!